É simplesmente inaceitável que estejam caminhando para descriminalizar o porte de cocaína como se isso fosse avanço civilizatório. Assim foi o voto do Ministro do STF, Gilmar Mendes. Aliás, o judiciário mais uma vez legislando no lugar dos deputados e senadores.
Droga não é símbolo de liberdade, é destruição. Destrói famílias, corrói valores, afunda jovens promissores, transforma pais em reféns do vício dos filhos e mães em prisioneiras da dor. Tratar isso como escolha individual é fechar os olhos para a tragédia social que acompanha cada dependente. Não é progresso, é normalizar o colapso. É institucionalizar um tipo de suicídi0 social.
E o mais revoltante é que quando alertávamos que a maconha seria apenas o primeiro passo para liberar outras drogas, nos chamavam de exagerados e alarmistas. Diziam que era teoria da conspiração. E agora, qual é a justificativa? Até onde vai essa flexibilização? Defender família, ordem e responsabilidade virou radicalismo? O que está em jogo não é ideologia, é o futuro dos nossos filhos e o tipo de sociedade que estamos dispostos a aceitar.
