Sisu 2016: veja dicas de como fazer a
inscrição no último dia do prazo
Sistema fecha às 23h59 desta quinta-feira (14).
G1 ouviu especialistas sobre o melhor uso para a nota do Enem 2015.
G1 ouviu especialistas sobre o melhor uso para a nota do Enem 2015.
Do G1,
em São Paulo
Sisu: prazo de inscrição acaba às 23h59. (Foto: Reprodução/TV Globo)
Acaba às 23h59 desta quinta-feira (14) o prazo para inscrição no Sistema
de Seleção Unificada (Sisu) do
primeiro semestre de 2016. O G1 ouviu
especialistas e reuniu dicas do próprio Ministério da Educação
universidade pública.
VEJA A LISTA DAS PERGUNTAS respondidas neste texto:- É preciso ter nota mínima?
- Qual o prazo e como fazer a inscrição?
- Minha nota será igual para todas universidades?
- O que é a nota de corte em cada curso?
- Como escolher a primeira e a segunda opção de curso?
- Como usar o dado 'classificação parcial'?
- Preciso 'investigar' o perfil da faculdade e do curso que tenho interesse?
- Há chances de a nota de corte diminuir?
- Quando saberei se fui aprovado?
- Como funcionam as listas de espera?
- Terei nova chance no segundo semestre?
- Qual a diferença de ampla concorrência e ações afirmativas?
- O que fazer em caso de problemas técnicos?É preciso ter nota mínima?
Sim, a primeira exigência para acessar o sistema e consultar as 228 mil vagas disponíveis é não ter zerado a redação. Além disso, algumas instituições estabelecem uma nota mínima para candidatos às suas vagas.
- Qual o prazo e como fazer a inscrição?
- Minha nota será igual para todas universidades?
- O que é a nota de corte em cada curso?
- Como escolher a primeira e a segunda opção de curso?
- Como usar o dado 'classificação parcial'?
- Preciso 'investigar' o perfil da faculdade e do curso que tenho interesse?
- Há chances de a nota de corte diminuir?
- Quando saberei se fui aprovado?
- Como funcionam as listas de espera?
- Terei nova chance no segundo semestre?
- Qual a diferença de ampla concorrência e ações afirmativas?
- O que fazer em caso de problemas técnicos?É preciso ter nota mínima?
Sim, a primeira exigência para acessar o sistema e consultar as 228 mil vagas disponíveis é não ter zerado a redação. Além disso, algumas instituições estabelecem uma nota mínima para candidatos às suas vagas.
É preciso estudar os pesos (de cada área do conhecimento), conhecer os
termos de adesão de cada universidade ao Sisu. No caso da USP, tem uma série de
cursos que pedem 700 como nota mínima"
Mateus
Prado, especialista em educação
Na Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, os candidatos ao curso
de estatística devem ter tirado, no mínimo, 500 na redação, 600 em Matemática e
suas Tecnologias, e 450 nas três outras áreas de conhecimento. Caso alguém que
não tenha atingido essas notas tente se inscrever no portal do Sisu,
o sistema avisará que não é possível concluir o processo.
"É preciso estudar os pesos (de cada área do conhecimento),
conhecer os termos de adesão de cada universidade ao Sisu. No caso da USP, tem
uma série de cursos que pedem 700 como nota mínima", comenta Mateus Prado,
especialista em políticas públicas de educação.
Qual o prazo e como fazer a
inscrição?
Até as 23h59 desta quinta-feira é possível fazer a inscrição e mudar as
escolhas quantas vezes o estudante quiser. O candidato deve acessar o site do Sisu
(http://sisu.mec.gov.br/)
e preencher os campos com número de inscrição no Enem 2015 e senha. Em seguida,
é possível visualizar as notas no exame – divididas pelos campos de
conhecimento.
Para fazer a inscrição, após visualizar seu desempenho, o estudante deve realizar uma busca por curso, instituição de ensino ou cidade. Ele precisa indicar a primeira e a segunda opção de curso a que deseja concorrer.
Para fazer a inscrição, após visualizar seu desempenho, o estudante deve realizar uma busca por curso, instituição de ensino ou cidade. Ele precisa indicar a primeira e a segunda opção de curso a que deseja concorrer.
Minha nota no Enem será a
mesma em todas universidade?
Não necessariamente. Cada universidade pode atribuir pesos diferentes às disciplinas, ou seja, o mesmo candidato pode ter uma nota mais alta em uma universidade e mais baixa em outra. Esse cálculo da nota no Sisu tem como base espécies de "bonificações" que o sistema aplicará automaticamente sobre a nota obtida no Enem 2015."Quem sabe usar a ferramenta do Sisu tem vantagens. Por exemplo, quem tem nota muito alta na redação e quer redação, sempre vai ser melhor tentar a UFRJ, que vai dar peso 3 na redação", explica Mateus Prado, especialista em políticas públicas de educação.
Não necessariamente. Cada universidade pode atribuir pesos diferentes às disciplinas, ou seja, o mesmo candidato pode ter uma nota mais alta em uma universidade e mais baixa em outra. Esse cálculo da nota no Sisu tem como base espécies de "bonificações" que o sistema aplicará automaticamente sobre a nota obtida no Enem 2015."Quem sabe usar a ferramenta do Sisu tem vantagens. Por exemplo, quem tem nota muito alta na redação e quer redação, sempre vai ser melhor tentar a UFRJ, que vai dar peso 3 na redação", explica Mateus Prado, especialista em políticas públicas de educação.
O que é a nota de corte que
aparece em cada curso?
Ao buscar cursos no sistema, o estudante encontra a nota de corte já calculada. Ela foi baseada no desempenho do último candidato que seria aprovado, de acordo com o número de vagas. Por exemplo: em um curso que oferece 30 vagas, a nota de corte será a nota do 30º candidato com melhor desempenho, dentre os que se inscreveram nesta opção.Essa nota de corte é dinâmica e varia de acordo com a procura pelos cursos. Ela foi atualizada pelo Ministério da Educação a partir das 9 horas, nos dias 12, 13 e 14 de janeiro. A cada dia, o sistema considera os dados da véspera para fazer o cálculo.Caso, de quarta-feira para quinta-feira, candidatos com notas mais altas se inscrevam para fazer medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, por exemplo, provavelmente a nota de corte subirá. Isso porque o número de vagas será preenchido por pessoas que tiveram desempenho melhor.
O MEC reforça que as notas de corte são apenas uma referência para auxiliar o estudante no processo de escolha de cursos. Mesmo estando acima da nota mínima divulgada na manhã do dia 14 de janeiro, pode ocorrer que o candidato não seja aprovado. O sistema é dinâmico e pode receber novas inscrições ao longo do dia 14.
Ao buscar cursos no sistema, o estudante encontra a nota de corte já calculada. Ela foi baseada no desempenho do último candidato que seria aprovado, de acordo com o número de vagas. Por exemplo: em um curso que oferece 30 vagas, a nota de corte será a nota do 30º candidato com melhor desempenho, dentre os que se inscreveram nesta opção.Essa nota de corte é dinâmica e varia de acordo com a procura pelos cursos. Ela foi atualizada pelo Ministério da Educação a partir das 9 horas, nos dias 12, 13 e 14 de janeiro. A cada dia, o sistema considera os dados da véspera para fazer o cálculo.Caso, de quarta-feira para quinta-feira, candidatos com notas mais altas se inscrevam para fazer medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, por exemplo, provavelmente a nota de corte subirá. Isso porque o número de vagas será preenchido por pessoas que tiveram desempenho melhor.
O MEC reforça que as notas de corte são apenas uma referência para auxiliar o estudante no processo de escolha de cursos. Mesmo estando acima da nota mínima divulgada na manhã do dia 14 de janeiro, pode ocorrer que o candidato não seja aprovado. O sistema é dinâmico e pode receber novas inscrições ao longo do dia 14.
Como escolher a primeira e a
segunda opção de curso?
O diretor acadêmico do Colégio e Vestibular de A a Z (RJ), Bruno Rabin, ressalta que, na primeira opção, o candidato deve colocar o que prefere cursar, mesmo que imagine que só terá chance de conquistar a vaga na reclassificação. "Já na segunda opção, ele deve colocar não o que prefere, mas o que aceitaria estudar”, afirma.Isso porque, caso o candidato seja aprovado tanto na primeira quanto na segunda opção, ele não poderá fazer a escolha: só terá como se matricular naquele curso que foi indicado em primeiro lugar. Por isso, é importante realmente colocar em primeiro o que for mais desejado.Caso a pessoa só seja aprovada na segunda opção, ela pode continuar concorrendo por uma vaga no curso indicado como prioritário.
O diretor acadêmico do Colégio e Vestibular de A a Z (RJ), Bruno Rabin, ressalta que, na primeira opção, o candidato deve colocar o que prefere cursar, mesmo que imagine que só terá chance de conquistar a vaga na reclassificação. "Já na segunda opção, ele deve colocar não o que prefere, mas o que aceitaria estudar”, afirma.Isso porque, caso o candidato seja aprovado tanto na primeira quanto na segunda opção, ele não poderá fazer a escolha: só terá como se matricular naquele curso que foi indicado em primeiro lugar. Por isso, é importante realmente colocar em primeiro o que for mais desejado.Caso a pessoa só seja aprovada na segunda opção, ela pode continuar concorrendo por uma vaga no curso indicado como prioritário.
A segunda opção é um tiro só. Vale somente na convocação do Sisu e deixa
de ser considerada nas listas de reclassificação divulgadas pelas universidades
posteriormente"
Bruno
Rabin, diretor do Colégio e Vestibular de A a Z
Se o candidato não for aprovado em nenhuma das duas opções, ele só
poderá concorrer a vagas na reclassificação relativas ao primeiro curso
indicado. “A segunda opção é um tiro só. Vale somente na convocação do Sisu e
deixa de ser considerada nas listas de reclassificação divulgadas pelas
universidades posteriormente”, esclarece Rabin.
De acordo com o diretor, tanto na primeira quanto na segunda opção, o candidato deve tentar fazer uma escolha consciente e apontar cursos em que realmente tenha chance de ser aprovado. Uma forma de se guiar nesse momento é examinar as notas de corte parciais divulgadas no Sisu. Caso sejam muito distantes daquela alcançada pelo estudante, a chance de ser convocado diminui – ou seja, não compensa “gastar” sua inscrição em algo que parece tão distante.Como usar a 'classificação parcial'?
Após escolher o curso, o sistema exibe a chamada “classificação parcial”. Ela funciona como uma referência que auxilia o candidato a entender se tem ou não chances de ser aprovado. Ele pode estar, por exemplo, em 38º em um curso de 30 vagas. Ou seja: 8 pessoas precisam mudar suas escolhas para que ele consiga a vaga na primeira chamada (ou que oito não se matriculem e ele tenha manifestado interesse na lista de espera).Preciso 'investigar' o histórico da faculdade e curso que tenho interesse?
Sim, pois conhecendo bem a faculdade e o curso você pode saber o peso que cada lugar dá às diferentes notas do Enem e também o perfil das reclassificações para elaborar estratégias para sua "classificação parcial". Algumas universidades, sobretudo localizadas em cidades menores ou regiões mais distantes do Sudeste podem ter menor índice de classificados que confirmam matrícula na primeira chamada.
De acordo com o diretor, tanto na primeira quanto na segunda opção, o candidato deve tentar fazer uma escolha consciente e apontar cursos em que realmente tenha chance de ser aprovado. Uma forma de se guiar nesse momento é examinar as notas de corte parciais divulgadas no Sisu. Caso sejam muito distantes daquela alcançada pelo estudante, a chance de ser convocado diminui – ou seja, não compensa “gastar” sua inscrição em algo que parece tão distante.Como usar a 'classificação parcial'?
Após escolher o curso, o sistema exibe a chamada “classificação parcial”. Ela funciona como uma referência que auxilia o candidato a entender se tem ou não chances de ser aprovado. Ele pode estar, por exemplo, em 38º em um curso de 30 vagas. Ou seja: 8 pessoas precisam mudar suas escolhas para que ele consiga a vaga na primeira chamada (ou que oito não se matriculem e ele tenha manifestado interesse na lista de espera).Preciso 'investigar' o histórico da faculdade e curso que tenho interesse?
Sim, pois conhecendo bem a faculdade e o curso você pode saber o peso que cada lugar dá às diferentes notas do Enem e também o perfil das reclassificações para elaborar estratégias para sua "classificação parcial". Algumas universidades, sobretudo localizadas em cidades menores ou regiões mais distantes do Sudeste podem ter menor índice de classificados que confirmam matrícula na primeira chamada.
O problema é que nem todas as universidades divulgam com clareza
as reclassificações de anos anteriores. Em alguns casos, o estudante não
consegue descobrir essa informação. O ideal, nessa hora, é conversar com amigos
que estudem na faculdade pretendida, para tentar se informar sobre número de
pessoas que são chamadas após a primeira lista"
Bruno Rabin
Uma dica é pesquisar quantos candidatos foram chamados após a primeira
lista do Sisu.“O problema é que nem todas as universidades divulgam com
clareza as reclassificações de anos anteriores. Em alguns casos, o estudante
não consegue descobrir essa informação. O ideal, nessa hora, é conversar com
amigos que estudem na faculdade pretendida, para tentar se informar sobre
número de pessoas que são chamadas após a primeira lista”, recomenda Bruno
Rabin.
Há chances de a nota de corte
diminuir?
De acordo com Mateus Prado, especialista em políticas públicas de educação, "todas as notas de corte vão aumentar" entre a terceira e última parcial e as notas consolidadas da primeira chamada.
De acordo com Mateus Prado, especialista em políticas públicas de educação, "todas as notas de corte vão aumentar" entre a terceira e última parcial e as notas consolidadas da primeira chamada.
Ela faz a ressalva que esse aumento será maior em valores "absolutos"
nos cursos com notas na faixa de 500 e 600 pontos. Cursos como medicina devem
ter aumentos menores. O especialista diz ainda que este último dia de
inscrições deve ser de muita migração e cursos de licenciatura devem ver as
notas de corte subir após candidatos com boas notas verem exigências muito
altas em suas primeiras opções de curso.
Prado lembrou ainda que o candidato deve sempre considerar que a nota da
corte deve ser diferente da nota do último candidato inscrito nas
reclassificações que serão divulgadas pelas faculdades.
Quando saberei que fui
aprovado?
O Sisu divulgará a única lista de aprovados no dia 18 de janeiro. As matrículas serão feitas em 22, 25 e 26 de janeiro.
O Sisu divulgará a única lista de aprovados no dia 18 de janeiro. As matrículas serão feitas em 22, 25 e 26 de janeiro.
Como funcionam as listas de
espera?
Caso estudantes convocados na lista do Sisu não façam a matrícula ou desistam posteriormente dela, podem abrir novas vagas no curso. Elas serão disputadas pelos candidatos que indicaram aquele curso como primeira opção no sistema.
Caso estudantes convocados na lista do Sisu não façam a matrícula ou desistam posteriormente dela, podem abrir novas vagas no curso. Elas serão disputadas pelos candidatos que indicaram aquele curso como primeira opção no sistema.
Muitos acreditam que automaticamente estão concorrendo às vagas da
reclassificação. Mas é necessário manifestar interesse, caso contrário, não
conseguirão disputar a vaga"
Bruno Rabin
Para concorrer a uma dessas vagas, o estudante deve manifestar interesse
em participar do processo seletivo. Entre os dias 18 e 29 de janeiro, precisam
entrar no portal do Sisu para formalizar o pedido.
As listas de reclassificação serão divulgadas pelas próprias universidades, a partir de 4 de fevereiro – não mais pelo portal. Cabe a cada candidato ficar atento ao calendário da faculdade pretendida.“Muitos acreditam que automaticamente estão concorrendo às vagas da reclassificação. Mas é necessário manifestar interesse, caso contrário, não conseguirão disputar a vaga”, explica o diretor.
As listas de reclassificação serão divulgadas pelas próprias universidades, a partir de 4 de fevereiro – não mais pelo portal. Cabe a cada candidato ficar atento ao calendário da faculdade pretendida.“Muitos acreditam que automaticamente estão concorrendo às vagas da reclassificação. Mas é necessário manifestar interesse, caso contrário, não conseguirão disputar a vaga”, explica o diretor.
Terei nova chance no segundo
semestre?
Haverá uma segunda edição do Sisu ainda em 2016, que tomará como base as mesmas notas do Enem 2015. Todos os que fizeram o exame e não zeraram a redação podem participar novamente do processo, mesmo que já estejam matriculados em alguma universidade.É importante verificar nos editais dos cursos se haverá oferta de vagas para o segundo semestre. Alguns são anuais e só abrem processos seletivos uma vez ao ano.Qual a diferença de ampla concorrência e ações afirmativas?
De acordo com a Lei nº 12.711/2012, todas as universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica participantes do Sisu terão vagas reservadas para estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas. O candidato deve optar, na inscrição, se deseja participar das vagas reservadas pela Lei de Cotas ou se concorrerá pelas demais.Desta parcela de vagas reservadas a quem estudou em escola pública, metade é destinada àqueles com renda familiar bruta mensal por pessoa de até um salário mínimo e meio. Também há critérios de cor ou raça – para pretos, pardos e índigenas, de acordo com a parcela que representam na população na unidade da Federação onde a faculdade se encontra. O dado pode ser consultado no último Censo divulgado.Algumas universidades podem, além das cotas, adotar um bônus como forma de ação afirmativa. Nesse caso, o estudante entra no grupo de ampla concorrência e sua nota recebe a bonificação estipulada pela instituição de ensino.
É essencial que o candidato que disputará vagas de cotas tenha a documentação que comprove o seu direito. Caso seja convocado e não mostre os papéis requisitados pela universidade, perderá a vaga.
Haverá uma segunda edição do Sisu ainda em 2016, que tomará como base as mesmas notas do Enem 2015. Todos os que fizeram o exame e não zeraram a redação podem participar novamente do processo, mesmo que já estejam matriculados em alguma universidade.É importante verificar nos editais dos cursos se haverá oferta de vagas para o segundo semestre. Alguns são anuais e só abrem processos seletivos uma vez ao ano.Qual a diferença de ampla concorrência e ações afirmativas?
De acordo com a Lei nº 12.711/2012, todas as universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica participantes do Sisu terão vagas reservadas para estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas. O candidato deve optar, na inscrição, se deseja participar das vagas reservadas pela Lei de Cotas ou se concorrerá pelas demais.Desta parcela de vagas reservadas a quem estudou em escola pública, metade é destinada àqueles com renda familiar bruta mensal por pessoa de até um salário mínimo e meio. Também há critérios de cor ou raça – para pretos, pardos e índigenas, de acordo com a parcela que representam na população na unidade da Federação onde a faculdade se encontra. O dado pode ser consultado no último Censo divulgado.Algumas universidades podem, além das cotas, adotar um bônus como forma de ação afirmativa. Nesse caso, o estudante entra no grupo de ampla concorrência e sua nota recebe a bonificação estipulada pela instituição de ensino.
É essencial que o candidato que disputará vagas de cotas tenha a documentação que comprove o seu direito. Caso seja convocado e não mostre os papéis requisitados pela universidade, perderá a vaga.
O que fazer em caso de
problemas técnicos?
Se o candidato tiver dificuldades para fazer a inscrição, deve ligar para o 0800-616161. É comum que o problema esteja no computador usado pelo estudante. Vale a pena tentar em outras máquinas ou mudar o navegador do computador.É recomendado não deixar para fazer a inscrição em cima da hora: problemas técnicos podem acontecer no site do Sisu e o candidato passará a correr o risco de perder a oportunidade de concorrer.
Se o candidato tiver dificuldades para fazer a inscrição, deve ligar para o 0800-616161. É comum que o problema esteja no computador usado pelo estudante. Vale a pena tentar em outras máquinas ou mudar o navegador do computador.É recomendado não deixar para fazer a inscrição em cima da hora: problemas técnicos podem acontecer no site do Sisu e o candidato passará a correr o risco de perder a oportunidade de concorrer.
